Surfar no quintal de casa sem dúvida alguma é
uma das melhores coisas da vida. Você é local,
conhece o pico e vai chegar em casa e tomar algo quente,
se for inverno. Por outro lado, assim como a célebre
frase “navegar é preciso”, viajar também
representa conhecimento para o surfista ou bodyboarder.
Conhecer novos picos e novas culturas significa aprendizado
de vida para quem pega onda. Significa ainda fazer novas
amizades. Significa realmente a essência de quem
surfa: ser uma tribo nômade. Eu tive oportunidade
de conhecer bons picos por aí: La Moça e
La Pedrera, no Uruguai; Biarritz (na França); Portugal;
praticamente todo o litoral do Estado do Rio de Janeiro;
a maior parte do litoral de Santa Catarina e do Paraná;
São Paulo, enfim, tive a oportunidade de ver de
perto culturas diferentes – mesmo dentro de nosso
país - e praias de banhos interessantes.
|